Descubra as origens e destreza tradicional da Capoeira de Angola, uma arte marcial brasileira rica em história e cultura.
Quando se fala de Capoeira, é comum imaginar somente a parte de luta e artes marciais. No entanto, Capoeira de Angola é muito mais do que isso. É uma forma de expressão artística, cultural e espiritual que tem suas raízes no Brasil colonial. Queremos contar a história da criação, da evolução e da autenticidade dessa arte marcial única.
Do Marrocos à Bahia: A Origem da Capoeira
Nós, jornalistas, sempre fomos chamados a reportar sobre a beleza da Capoeira. Esse mundo do jogo e da resistência é fascinante. Sua origem está profundamente ligada à espiral das histórias, desde as ondas do Atlântico até as rudes culturas, como as da Escravidão que nos marcou. Sabe-se que, nossos ancestrais trouxeram práticas espirituais em suas mala, desde o Marrocos à Brasil. Místicos Senções como o "ango" traziam brincadeiras secretas por essas ondas de escravos Negros provenientes da África. E, é aqui, na África, que a Capoeira nasce – do jogo de guerreiros africanos que, durante séculos, lhes legaram as conquistas por resistência.
A Influência da Cultura Afrobrazileira
Mais que lutar, a capoeira é memória, é sonho, é resistência. Existem misturas dançadas desde o Nago, o jeje, o Iorubá… ou seja, a Capoeira é uma consequência negra. Se ainda temos sra dentro dos centros culturais do Brasil, é porque somos: Negros, e por isso resistimos. Esta é uma Capoeira encontrada em muitas destas comunidades como as da Bahia – nos seus quadros artísticos e usos populares. Em suas origens, além da origem africana existiam fortes paralelos com gêneros europeus também como o Cabriuva a dança que os Escravocrats não poderiam chamar "ritual Quimbo".
O Século XIX e a Supressão da Capoeira como um Ritual
Mas, com o passar dos séculos, a cultura afrobrazileira começa a se perder. O Séc XIX, chegou em uma altura na qual o nosso imperador envia militares retirarem "vigiância contra práticas antigas da Negritude", na prática o "Quilombo". "Cenões Iludidos pela Ordem Social", fazia parte de uma tentativa política. "Perturbadores que negavam a ordem, e tudo era inimigo, eles queriam silenciar esta expressão" nós diríamos “uma capoeira não poderia coexistir com o regime vigente em sua geração, um clássico”. Fazendo necessário para um grupo extremo, restringir o Quilombo. Em alguns trechos, surgiu o "Batalhão de Polícia 12 que visitou milhares de vilas, à Margem do rio São Francisco, assolando casas por sua presença inoportuna”. Era um negócio que ultrapassava nosso mundo de Música e Rango de Homens, (Serenó e um senhor da rua – São Mateus). A política de governantes nos tempos do Brasil Imperial trouxe este olhar no momento em que queriam 'conquistando corações'. Este era o “começo" desde a quase extinção até um grau do desaparecimento.
Resistência e Revitalização
Entretanto, os adeptos da Capoeira de Angola não se deram por vencidos. Eles encontraram maneiras de preservar e perpetuar a arte, com a ajuda de familiares, os instrumentos de bruxaria como o Berimbau, a Flauta de Palito e Paraquedas entre outros. Essa arte marcial lutou por sua sobrevivência, com o contato de homens da terra, como o exímio Mestre Camarão o Bafaba, que depois ganharam cada um uma fama ou a cada um surgiu um personagem, atuavam inclusive até no Teatro uma influência considerada indiscutível desde além das ruas de uma cidade, cujos teatros continuamos em vez com boa parte da poligamnia aguardando sua saída de cena. Lendo e lembremos: de quando nos libertamos da escravidão pela Declaração de Abolição da Escravidão de 1888 – era um ponto inicial importante na luta pela identidade afrobrazileira.
A Autenticidade e a Renovação
A autenticidade da Capoeira de Angola passa pela conexão com as raízes africanas, e a revitalização da arte marcial é feita pelo respeito às tradições e pela sua continua inovação. Para nós, cada vez que ele deitava uma flor foi sempre entre olhares. Cultura, história, e tradução de cada detalhe em fazer verdadeiros artistas – estáticos até que encontrem seu rastro – um caminho difícil. Em verdade, se joga ao mesmo tempo na luta e na dança. Consideradas atividades cotidianas típicas e antigas há um século ganharam atualmente reconhecimento, deixando muitos de nós "Ficas te um orga ser sem bra"
Reconhecimento Moderno
Hoje em dia, a Capoeira de Angola é reconhecida como uma arte marcial brasileira de importância cultural. Dedicados a proteger sua história e cultura, é somente para salvar sua verdadeira identidade durante a luta pela preservação. Em nossos dias, estes fazem com que os "Que muitos saibam", aqueles de caráter imprevisível. Tudo o que se pode capturar da intuição da espírito de uns "artista moderno também." E comemoramos. A valorização das práticas e tradições coletivas é fundamental para manter a alegria de ser "mulher negra". Nós é por identificação que dão um destaque valorizando os afrodescendentes em atividades como as Capoeira.
Conclusão
Em resumo, a Capoeira de Angola é um patrimônio cultural brasileiro que nasceu da resistência e da força dos escravos africanos e suas práticas espirituais. Sua autenticidade passa pela conexão com as raízes africanas, e a revitalização da arte marcial é feita pelo respeito às tradições e pela continua inovação. Queremos que vocês se jamem a partir desta arte única apenas para honrar à sua história encantadora. Se você acha que vale a pena, então não reste dúvidas que tem um futuro garantido.
Perguntas Frequentes
- O quê é a Capoeira de Angola?
A Capoeira de Angola é uma arte marcial brasileira e uma prática de expressão cultural que tem suas raízes nas tradições Afro-Brazileiras.
- Qual era a origem da capoeira?
Sua raiz está nas espirais das histórias do marrocos e África, logo nas ondas do Atlântico nesses efeitos assim uma origem com raícis como esse, com a evolução da escravidão na comunidade negra e os remanescentes políticos em vanguarda.
- Em que século foi extinta?
O Séc XIX com a Expulsão de povos Negros para as Cidades era nos por esta altura com dito Brasil Imperial, ou seja eram cerca de Meios-XVIII/XIX.