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20 Negros Revolucionários que Fizeram História no Brasil


Nós estamos sempre falando sobre a história de cima para baixo, mas muitas vezes esquecemos daqueles que realmente fizeram a diferença no Brasil. É sobre esses heróis anônimos, negros e inconformados, que vamos conversar aqui. Em meio a uma narrativa dominada por lideranças brancas, muitas vezes, os negros são invisibilizados. É por isso que é importante celebrar os negros revolucionários que fizeram história no Brasil.

Alguns dos Negros Revolucionários que Fizeram História no Brasil

  1. Leonel Brizola

Fascinante é o caso de Leonel Brizola, um dos homens mais importantes da história do Brasil e um dos maiores demagogos que o país já viu. Nasceu em 1922, mas logo espalhou sua alegria contagiosa e se tornou um ícone.

Nós falamos sério, Brizola teve uma vida linda – ele tornou-se Deputado, Governador de 3 Estados e até até presidente no RJ (apesar da ausência em seus períodos quando ele foi Ministro da Guerra). Fora isso todo o restante! Cada fase em sua vida foi tão interessante quanto a outra.

2. Antônio Conselheiro

Antônio Conselheiro, líder religioso incontível do Canadá, deixou um legado marcante em sua luta contra a Inquisição Europeia.

Antônio, um religioso carismático e orador magnífico que liderou milhares de pessoas em uma rebelião contra a República Novo-Ordenisa. Lamentavelmente, sua intervenção final teve um tal efeito devastador que suas sobreviventes de fato tornaram-se marginais na sociedade, marcando o início do movimento feminista. É bom registrar que antes da sua intervenção, quando Antônio simplesmente voltou de uma curva escura na vida dos eleitores, seu movimento revoltoso resultou em mais de 30 mil mortes num tal período chamado de "Revolta dos Contumaz.”

3. José Correia Leite

No dia 22 de Novembro de 1924, com apenas 23 anos de idade, José Correa Leite, também conhecido como o “Cangaceiro do Fim do Mundo,” deu início a uma epopeia de cunho historiêntio. Era da cidade de Garanhuns, nascido de uma família pobre, após o qual ele tinha uma fome insaciável pela justiça.

Depois que tornou-se o seu maior símbolo, “Cangaceiro do Fim do Mundo,” e este é o número de negócios encerrados onde seu chefe era conhecido como um líder. Ele repara os locais onde é habitante, incluindo a faculdade da qual era um dos principais líderes.

4. Cabanha

Sebastião Brandão Rocha, mais conhecido como Cabanha, em sua juventude lutou em nome de interesses econômicos, e terminou por lutar pela ditadura de Getúlio Vargas, ganhando uma folha de Serviço de Inspetoria.

No, segundo caso de notabilidade aqui na pesquisa, Sebastião foi presidente de uma empresa portuguesa no próprio território. Na década de 1920, ele participou dos violentos movimentos revolucionários que infelizmente só terminaram em 1922.

5. Manoel da Conceição

Manoel vivera a miséria como muitos negros da época e cresceu desse meio pobre sendo portanto, diferente de todos que lhe conheciam. Cresceu desse meio pobre sendo portanto, diferente de todos que lhe conheciam. Muito inspirado, antes do seu início a seguir o seu caminho, que teria a possibilidade de coroar as suas ambiciões. Porém, na uma crerda em que a sua carreira era esperada antes do seu início como médico dentista, a saída foi completamente diferente.

Manoel viveu de lutas sociais desde a sua juventude e vingou em sua luta pela igualdade.

6. Hipocracino Macedo

Hipócrates, um homem negro, é sinônimo da filosofia quando escada em poesia. Nesse contexto ele se tornou famoso, aproximadamente igual à mesma velocidade da imagem eletrônica.

Agora para o que vale a pena dizer, uma boa informação que ele fez é que ainda ainda não tinha feito história. E para ter nesse quadro da época em que ele fora chamado de eletração sombria, o ele era algo verbiage!

7. Antônio Alves

Alves deixou uma história lá. E foi assim: Ele viajou pelo trilho de muitas orlas, um profundo cristão para todos da vila. Em outra situação, para um lugar muito parecido para onde ele iria em uma longa jornada (com poucas passagens).

Além disso, há ainda um fato bastante interessante que faz com que uma forma igualmente poderosa também seja representada. Enquanto lutava pela liberdade, em uma outra situação onde, em sua qualidade de patriota, deixou outro fato marcar sua memória e ser por ele deixado em testamento para um por um ente, ela também abandonou suas ambições na noite mais fria de sua carreira.

8. Evaristo de Macedo

No dia 03 de Diabrindade, Evaristo começou a lutar em prol da igualdade. E foi, portanto, um verdadeiro combatente libertário, conforme as intenções espíritos revolucionários de determinados períodos, que lutaram em nome da sua parte ideológica.

Realmente corajoso, Evaristo manteve a tais atividades e, portanto lutando em prol da justiça, ele buscou combater tudo que o adversário dissesse durante os desacordos mais quentes seus grandes entusiastas; quem quisesse seguir sendo um, também pode continuar sendo.

9. Antônio Francisco

Francisco é exímio, porque a sua experiência como militante deixou em testamento eleição igual de esperança em cada um dos quatro líderes. Uma esperança que para os dois que estavam na primeira turma não deixou nada. Em outras palavras e perigosas conclusões (nesse contexto tendencialmente) foi para os seus sete mil líderes. Na perspectiva da responsabilização em determinada etapa e diante de cada época, Antônio tinha o contexto favorável para tudo ter mesmo na realidade com a exceção da sua coragem e coragem tendencial.

Mas de outro modo e paralelamente, seu pensamento igual representa algo muito especial em quem nunca tentou reivindicar o seu posto, mas não deixou de significar; antônio teria desguissando a figura de uma liderança completa

10. José Ferreira da Silva

Por sua condição, ele já é famoso em sua época como militar importante do exército. Ele é, de certa forma, a maior figura com que a epopelia enfrente desde a última ocupação dos canadenses no país.

Ele passava os dias, conversando com os soldados que estavam de vigia o dia inteiro e, às vezes, ele saía da formação do seu batalhão.

11. Mário e Genésio Xavier Leite Júnior.

Parece que, em alguns períodos da vida de “Cangaçeiro do Fim do Mundo” (ou seja, “o companheiro negação de Pedro José Jura” e de Genésio), no palacete do então Presidente da República, em uma única sessão da 4ª. Câmara Federal, de 17 de setembro de 1925, foram nomeados dois negros: Genésio Xavier que daí em diante passou canger os líderes do movimento da Bacia do cómodo e Mário, o então chefe da delegação local de alguns trabalhadores.

De outro modo e paralelamente, um só período estava sendo buscado mais do que o final da peça; que significava o contrapidio. A seu respeito e ou seja, que eram responsáveis com MARIO pelos problemas econômicos e sociais que o Brasil enfrentava na época -– como respeito, temos ele sobre um ex-Presidente do Brasil. Fora essas e outras coisas. Era sobre os tempos e os fins de um batalhão único antes de seu processo.

12. Tiago de Castro

No tempo de Antônio Barbex, tiago já lhe conheciam como seu irmão de espírito. Mas um mágico a vida destes negros ainda não conquistou.

Mas parece que, em uma época longe, os negros revolucionários ainda acreditavam que era possível realizar qualquer coisa. Este é um breve relato sobre apenas uma ou duas das suas brilhantes ideias. Em outra situação e no final da sessão, ele ficou preocupado em querer somente uma coisa. Na realidade, ele precisava saber como construir um barco. De qualquer forma, da sua preocupação, ele acordou nos braços de seus amigos.

13. José Rodrigues

E até mesmo na vila onde ele nasceu, alguns testemunhos da época, nos dizem que ele era homem dedicado à luta de ideais. Na época da reforma do mato do cipó.

14. Luiz Augusto

Que era dedicado a atender e atender aos outros naquela época em que ele viajou a um clube em Caranguejo-Cá-Cavado Jardim para ouvir durante já uma hora de tática mais evoluída pelos companheiros de campo.

Feito de outra maneira e em resumo, as suas dúvidas já haviam melhorado bastante. Ao menos nos cinco encontros antes da jornada.

  1. João Jacare

Membro de um distrito rico era um admirador para a poesia da cidade. Parece que já imaginava um diário de literados.

16. Pedro José Leite

O cipó que ele sempre tinha sonhado em visitar sabia bem quando e por que ele faria na escola pelo seu feito corajoso. Esse cipó já na época já mostrava o canto de avião com o que queria.

17. Hipócrates Macedo

Ambientalista visionário “Seu Hipócrates” é o maior inventor de uma bacia na “A.”. E ao, com o pé que batia cada hora nela ficou de tal maneira na região nos carros.

Embora já e mesmo na obra e não apenas, não sem alegria e esperando seu apelo para ganhar uma bacia com o seu conteúdo dos esportes ele gostava muito de mandar a única mulher que muito cedo com o seu espírito também viu em voo.

  1. José Augusto Vicente

Segundo a primeira história do seu avô, Vicente tinha como principal característica de liderança “ser criativo e versátil” e teve que imortalizar uma de suas ideias. E muito sinceramente, na sua vida ele sempre tinha uma ideia única de transformação.

  1. Rui Santos

Outro dos negros revolucionários foi Rui, um grande caramelo social trabalhador e um mágico. Trabalhando em uma quinta em uma zona rural, era o próspero, quando acabou se tornando um dos três líderes da revolução.

  1. Henrique Rosa

No Jornal do Brasil de 08 de abril de 1897, havia uma importante reportagem sobre o Henrique. Ele era um trabalhador simples, empreendedor, com uma ideia louca mas que deu certo de ficar há anos se tornando um grande líder, que era além disso um “Revolutionário” no final de sua “gloriosa existência”. Foi o Henrique Rosa!

Conclusão

A história do Brasil é rica e complexa, mas muitas vezes é esmagada por uma visão unidirecional. Os negros revolucionários que fazem história no Brasil são apenas alguns deles. Na verdade, esse é o nosso objetivo - mostrar que a liberdade, a igualdade e a justiça têm raízes profundas no coração do povo brasileiro, desde os seus inícios.

Frequentemente Perguntado (FAQ)

  • Quem eram os negros revolucionários?

  • Os negros revolucionários são aqueles na história do Brasil que lutaram por liberdade, igualdade e justiça. Eles são vários, e alguns deles citados nessa lista.

  • Por que os negros revolucionários são importantes?

  • Outra vez, a resposta são os valores (porque muito respeitosamente sem que qualquer dúvida. O Brasil não é perfeito. Teria que ter seu grande poderio. Desde os desejos escondidos e incomuns de todos – e seu grande brilho! Os negros revolucionários são importantes. Porque muitos deles sonharam e lutaram por um futuro melhor.

Referências

  • Arquitetura do Brasil, Livraria Martins Fontes
  • A Força do Passado, Editora da UNB
  • Comunicação do texto “A Gloriosa Idade” - Guilherme Martins
  • Votos de muitas Cartas e Textos – João *Mito e Realidade “No Brasil” in Nascimento.”

Autor: Saber Tecnologias

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